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Adoração na Prática

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A palavra “adoração”, que significa “prostrar-se, ajoelhar-se, reverenciar, prestar culto” vem perdendo significado nos dias de hoje. Até mesmo os dicionários apresentam mais um sentido para essa palavra: “gostar exageradamente, ser apaixonado por”.

Vivemos numa época em que a adoração está  se limitando apenas às igrejas; parece que as pessoas perderam o temor a Deus; vivem como se dependessem apenas de seus conhecimentos, ciência e saber. Mas quando estes falham ou são insuficientes para lhes tirar de uma situação difícil, lembram que existe um ser superior a quem devemos adorar, o Único capaz de solucionar causas impossíveis.

Mas adoração não serve só para isso; a adoração deve vir antes do socorro, porque até  mesmo um agradecimento pelo livramento não é adoração, e sim louvor. Adoração deve ser um estilo de vida, uma maneira de se portar, um modus operandi. Devemos adorar a Deus pelo que Ele é, reconhecendo todos os Seus atributos, e assim percebendo quem nós somos. Neste ponto, diferimos completamente dele. Apesar de termos sido criados à imagem e semelhança de Deus [Gênesis 1:26], fomos criados; logo, Ele é o Criador, e nós, criaturas. Portanto, a adoração deve fazer parte do nosso cotidiano, como estilo de vida.

Podemos citar esse estilo em três áreas distintas:

Primeiro, ter um estilo de vida de adorador em seus valores pessoais. Decidir não se envolver em falcatruas, coisas ilícitas, pecados, imoralidades. A ideia é buscar um conceito pessoal de viver bem consigo mesmo, tendo uma boa autoimagem, vivendo com uma boa saúde emocional. Quando eu faço as coisas certas, eu estou decidindo viver bem.

Segundo, ter um estilo de vida de adorador nos faz entender o valor da família, a célula mater da sociedade, definida pela Bíblia: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.” [Gênesis 2:24] Além disso, uma sociedade com famílias desestruturadas produzem valores distorcidos. Rui Barbosa afirmou: “Família é a célula mater da sociedade.”. John MacArthur escreveu: “Talvez, sejamos testemunhas da morte da célula básica de toda a civilização, a família.” Se sou um bom adorador, feliz comigo mesmo, replico isso para minha família, ensino aos meus filhos, a fim de que eles entendam e vivam os mesmos valores. É exatamente isso que Paulo enfatiza quando escreve em 1 Timóteo 5.8: “Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior do que um descrente.”.

E por último, ter um estilo de vida de adorador, no que tange ao conceito dos outros, no viver bem na sociedade. Um adorador fiel a Deus deve ser um bom cidadão, respeitoso, ético, moral, que não traz problemas à sociedade. Se vivo bem comigo mesmo, se amo a mim mesmo, serei um bom pai, bom marido, bom filho; e ensino meus filhos a agirem da mesma forma. Assim, “crio” boas pessoas e entrego bons cidadãos à sociedade.

Se queremos ser bons adoradores, devemos ter essa prática não só dentro das igrejas, mas também viver esse estilo em todos os lugares: na rua, no carro, no bairro, na escola, no trabalho... em qualquer lugar.


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