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Valorização da mulher: uma questão muito espiritual

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Nesse mês, que celebramos as mães e a família, temos uma excelente oportunidade de chamar atenção para uma questão importante: a valorização da mulher.  As mulheres, a despeito de suas conquistas, ainda têm sido desrespeitadas na sociedade. São violências domésticas, salários desiguais, pressões para se enquadrar em padrões de beleza irreais e até certa incitação à erotização. Contudo, nós não somos objetos sexuais e também não nascemos para sofrer violência doméstica. Deus não nos criou para isso. Nós, mulheres, também fomos feitas à imagem e semelhança do Altíssimo.

Jesus, o nosso maior exemplo, valorizou muito as mulheres. Ele ouviu, cuidou, incluiu em Seu ministério. Podemos ver claramente nos Evangelhos. As mulheres foram financiadoras do ministério de Jesus. No Evangelho de João, vemos nosso mestre quebrar tabus e preconceitos para anunciar a salvação para a mulher samaritana. Ele também livrou da morte e mudou a vida de uma mulher pega em adultério (nessa ocasião, os judeus queriam apedrejar apenas a mulher). Ele teve o cuidado de ensinar Marta sobre a verdadeira adoração. Ele teve o cuidado de deixar Sua mãe amparada após Sua morte. A primeira pessoa a ver Jesus ressurreto foi uma mulher.  Hoje, temos que reconstruir esses valores. E isso tem que começar por nós, mulheres de Deus.

Temos que compreender que estamos sob uma missão e temos que ser excelentes em tudo que o Pai nos confiou, seja sendo esposa dedicada, mãe zelosa, dona de casa, profissional liberal e também ocupando cargos políticos. Acima de tudo, não podemos esquecer o valor que a Palavra de Deus nos dá. No livro de Provérbios, a Bíblia fala da mulher virtuosa. A personagem bíblica desse livro não tem nome porque ela é a representação de toda mulher espiritual. Com ela, aprendemos que o nosso valor excede o de rubis.

A mulher virtuosa é ativa. Como nós, ela trabalha, cuida muito bem do seu lar e até negocia o dinheiro da sua família, ampliando as riquezas. Mas, mesmo em meio a tantas atividades, essa mulher não perde a sua identidade. Ela se veste de força e dignidade e sabe que a verdadeira sabedoria consiste em temer ao Senhor e confiar tudo a Ele. Por isso, essa mulher tem a confiança do seu marido e dos seus filhos. Aliás, ela sabe que os filhos não são dela, e sim a herança do Senhor.

Neste ano, venho trabalhando esse tema com as Mulheres Comprometidas (MCs) do Projeto Vida Nova, que é um grupo que lidero. Todas as atividades desenvolvidas pelas MCs falam da reconstrução dos valores da mulher. Nossos cultos mensais, as palestras do nosso projeto de evangelização “Projeto Rute” e o nosso congresso, que acontecerá no dia 4 de agosto, no Maracanãzinho, têm como objetivo conscientizar as mulheres dos seus direitos e deveres através dos valores, porque uma mulher com valores corretos e firmados na palavra de Deus e que tem a autoestima equilibrada, sabe valoriza outras pessoas, ama, e não permite que injustiças e violências se perpetuem com ela e ao redor dela.

Essa luta também tenho travado na posição em que Deus me colocou, como vereadora da cidade do Rio de Janeiro.  Infelizmente, as ameaças contra mulheres registraram o número de 49.950 somente no estado do Rio de Janeiro. São aproximadamente 147 vítimas por dia. Isso também acontece com mulheres cristãs. É necessário dar voz a esse tipo de informação para que esses casos sejam cada vez mais escassos e que no futuro sejam apenas uma lembrança ruim. Como mães, filhas, amigas e mulheres virtuosas, temos que fazer nossa parte.

 

Márcia Teixeira
Pastora e vereadora da cidade do Rio de Janeiro



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