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A Psicopedagogia Como Forma De Intervenção Para Um Novo Olhar Na Educação Cristã

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A Escola Bíblica é de suma importância para o desenvolvimento cognitivo, social e espiritual do ser humano, com o diferencial em formar pessoas conscientes e capazes de enfrentar o cotidiano em todas as áreas da vida.

Na escola secular houve-se falar sobre inclusão e estudos de casos que são realizados cada vez mais. A equipe pedagógica e famílias realizam buscas incessantes para a inserção da psicopedagogia no cotidiano escolar, uma vez que a mesma busca condições para uma aprendizagem significativa.

No entanto, na escola bíblica pouco se fala e pratica a inclusão. Dos alunos matriculados, se algum apresenta alguma deficiência, transtorno ou síndrome, o mesmo é deixado por conta do departamento social da igreja, e fora da escola bíblica, isso ocorre por falta de conhecimento de causa e um novo olhar na educação cristã.

A escola bíblica atua como lugar de aprendizagem e crescimento para a vida em todos os seus aspectos, porém estamos vivendo um tempo em que há intensa transformação, tudo passa por grandes mudanças, valores e em meio a essa dinâmica e veloz transformação, está a igreja.

Um dos grandes desafios para uma escola bíblica inclusiva está, primeiramente, a questão do saber o que é inclusão de pessoas portadoras de necessidades especiais. A inclusão está ligada à capacidade de nos relacionarmos com o outro, sem preconceitos e discriminações, não deixá-los fora do contexto. Adquirir um novo olhar, ou seja, olhar as competências e habilidades, e não focar as limitações.

O governo federal através da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96, assegura o direito das pessoas portadoras de necessidades especiais à educação pública, gratuita e de qualidade. O Art. 58 Capítulo V diz que: “Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais”.

Mesmo sendo um direito e tendo apoio de familiares e de grande parte da sociedade, ainda é um desafio, a aceitação do “ser diferente”.

Também como desafio está a capacitação dos professores que são voluntários, com boa vontade, tempo disponível, mas não foram preparados para ensinar, utilizam métodos tradicionais e, raramente, sabem lidar com o “novo” ser humano, o que tem depressão, transtornos, síndromes, variados distúrbios e dificuldades de aprendizagem. Os professores anseiam uma escola bíblica inclusiva, mas não sabem como. Essa dificuldade é proveniente da falta de conhecimento sobre a deficiência do aluno.

A psicopedagogia tem papel importante para penetrar, intervir na vida da criança ou do adulto que apresenta dificuldade de aprendizagem estimulando superar suas limitações, trazendo de volta sua autoestima, sua alegria, seu interesse. Portanto, é necessário que o psicopedagogo tenha um olhar abrangente sobre as causas das dificuldades e de como ocorre esse processo.

Segundo Rubem Alves, o que marca o nascimento de um educador é ter olhos para ver o que nunca se viu.

Ver o aluno com dislexia, com hiperatividade, com déficit de atenção, com altas habilidades, autista, síndrome de down etc. e poder interagir com os mesmos, isso é desafio tentador para a obra de Deus.

Não podemos nos esquecer de que Jesus levantou a bandeira da inclusão sem se preocupar com o que a sociedade, os religiosos poderiam dizer.

Há várias passagens bíblicas que mostram Jesus como um agente de inclusão de pessoas discriminadas socialmente, Ele curou aos sábados, levou à reflexão as pessoas que queriam apedrejar a mulher que foi pega em adultério, conversou com uma mulher samaritana, andou com os pobres, aleijados, oprimidos, fez com que as pessoas se autoanalisassem, refletissem sobre suas vidas e verificassem a melhor forma de prossegui-las.

Cada congregação, independente de denominação, precisa estar disposta a dar o passo inicial, trabalhar para a inclusão, enxergando na psicopedagogia uma forma de contribuir com excelência para uma escola bíblica inclusiva, despertando um novo olhar da equipe de professores, orientando sobre cada transtorno, síndrome e aplicabilidade de metodologias que sejam eficazes e importantes.


Ovo de Galinha

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Próximo da Páscoa, o professor de Ciências de uma escola inicia a sua aula com a seguinte frase:

- A historia da Páscoa e um mito. Jesus não saiu do tumulo - continuou - mas, primeiramente, não existe nenhum Deus no céu que possa permitir que seu filho seja crucificado.
- Senhor, eu acredito em Deus, Jimmy protestou - E eu acredito que ele ressuscitou!
- Jimmy, você pode acreditar no que você quiser, é claro, - o professor respondeu - Porém, no mundo real não existe a possibilidade de tais milagres, como a ressurreição. Ninguém que acredite em milagres pode respeitar a ciência.
- Deus não é limitado pela ciência, - Jimmy respondeu - Ele criou a ciência!
Incomodado com o modo como Jimmy defendia sua fé, o professor propôs um experimento científico. Foi até a geladeira e pegou um ovo de galinha.
- Eu vou deixar este ovo cair no chão - começou o professor - A gravidade vai fazer com que ele caia no chão e se despedace.

Olhando fixamente para Jimmy, ele continuou:

- Agora, Jimmy, eu quero que você faca uma oração e peça ao seu deus para que quando eu soltar este ovo ele não caia no chão e se quebre. E se ele conseguir fazer isto, você terá provado que Deus existe, e eu terei que admitir isso.
Após pensar por um momento sobre o desafio, Jimmy lentamente começou sua oração: "Querido Pai celeste, eu peço que quando o meu professor soltar este ovo... ele caia no chão e se quebre em uma centena de pedaços! E também, Senhor, eu peço que quando este ovo quebrar, meu professor tenha um ataque cardíaco fulminante e morra. Amém."
Após os cochichos da classe, veio um silencio fúnebre. Por um momento o professor não fez nada. E por fim ele olhou para o Jimmy e depois para o ovo. E, sem dar uma palavra, ele cuidadosamente devolveu o ovo na geladeira. "Classe dispensada" disse o professor enquanto sentava na sua cadeira.
O professor aparentemente acreditava mais em Deus do que ele mesmo imaginava. Muitas pessoas são como este professor, negam que Deus existe, mas correm para ele nos momentos difíceis. Porem questionam, e o atacam todas as vezes que tem chance. Jimmy sabia que Deus não iria matar o seu professor naquele momento, mas também sabia que seu professor não apostaria sua vida por um ovo.

Quando sua vida está em jogo a ideia de que Deus existe parece fazer mais sentido.

João 10:11 "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas."


Quando Perdemos o Chão

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Você já teve algum dia assim? Um dia em que você parecia ter perdido o chão?

O que fazer quando você perde o chão no seu casamento? Ou na sua carreira? Ou com os seus filhos? Ou com os seus relacionamentos? O que fazer quando você descobre que a sua filha adolescente está grávida? Ou quando o seu filho está nas drogas? Ou quando os seus sonhos e planos nunca se realizam? O que fazer quando o chão parece sumir debaixo dos seus pés?

Daniel era um homem que sabia como era perder o chão do seu mundo. A vida nem sempre foi um mar de rosas para ele. Apesar de ter nascido na linhagem real israelita, o rei Nabucodonosor havia conquistado sua nação, levando-o cativo como prisioneiro de guerra, enquanto este ainda era um menino.

Posteriormente, entretanto, a vida de Daniel parecia ter melhorado. Ele fez parte de um treinamento para servir ao rei. Ao terminar o treinamento, ele se tornou o chefe de todos os seus colegas. Com a ajuda de Deus, Daniel se levantou acima de suas circunstâncias adversas. Seu futuro, que durante algum tempo parecia fosco, havia se tornado brilhante novamente.

Mas, ao chegarmos no capítulo 2, nos deparamos com uma mudança dramática. Vamos ler sobre isso em Daniel 2, versos 1 ao 18, “Quando perdemos o chão”. Você está pronto?

Hoje eu quero falar sobre como Daniel respondeu quando parecia que ele havia perdido o chão, ao enfrentar a crise.

Em primeiro lugar, quero falar sobre o cenário em que Daniel se encontrava. Tudo começou quando o rei Nabucodonosor começou a ter sonhos que o perturbavam e que não o deixavam dormir. O rei chamou os seus conselheiros, para lhes dizer o que ele havia sonhado. Os conselheiros pediram para o rei contar o sonho, mas ele já havia decidido que não faria isso dessa vez, porque qualquer um poderia inventar uma interpretação. Em vez disso, o rei resolveu testar aqueles homens. Ele queria que eles usassem os seus recursos mágicos para lhe contarem qual havia sido o sonho, e depois interpretá-lo. Se não fizessem isso, aqueles homens seriam cortados em pedaços.

Os magos engoliram a seco, mas pediram ao rei, novamente que lhes contasse o sonho. Mas o rei não aceitou fazer isso, insistindo que eles contassem o sonho e a interpretação, para não morrerem. E já que a sua incapacidade de descobrir o sonho havia sido exposta, os sábios decidiram justificar a si mesmos, dizendo que não havia ninguém que pudesse fazer o que o rei havia pedido. E o rei ficou tão furioso que ordenou a execução de todos os sábios da Babilônia.

Você precisa entender que, naquela época, Daniel também era um dos sábios da Babilônia. Conseqüentemente, ele também seria morto. Daniel havia acabado de perder o chão. Quando Arioque foi buscá-lo para ser morto, Daniel procurou saber por que um decreto tão severo havia sido liberado contra os sábios, e Arioque lhe esclareceu a questão. Compreendendo todos os fatos, Daniel procurou Nabucodosor, pedindo um tempo para que o sonho pudesse ser desvendado e interpretado.

Todos nós tivemos momentos em nossas vidas quando fomos acertados, inesperadamente, pela realidade de notícias muito ruins. Pode ser que você tenha ouvido de uma pessoa a quem muito ama que ela não quer mais te ver. Pode ser que o seu patrão tenha te dito que irá te despedir. Ou você pode ter recebido um telefonema, dizendo que um parente seu havia morrido num acidente. Ou você recebeu do médico a notícia de uma doença muito grave. São em momentos como esses que você sente como se tivesse perdido o chão. São tempos de testes para qualquer pessoa, mesmo para aqueles que conhecem a Jesus Cristo. Então, como Daniel respondeu? O que podemos aprender com a resposta dele?

Depois de termos falado sobre as circunstâncias, quero falar mais detalhadamente sobre a resposta de Daniel. Nos versos 17 e 18, vemos que ele foi para a casa de seus amigos Hananias, Misael e Azarias, pedindo que eles clamassem pela misericórdia do Deus dos céus, para que aquele mistério fosse desvendando, evitando a sua execução.

Em termos mais simples, quando Daniel perdeu o chão, ele caiu de joelhos! Daniel orou. Apesar de ter pedido um tempo extra ao rei, esse tempo não seria usado para bolar um plano de fuga! Era um tempo para juntar as pessoas que amavam a Deus e que oravam fervorosamente. Daniel entendia que uma situação humanamente impossível só podia ser resolvida pela intervenção divina.

Mas eu quero falar sobre isso mais um pouco. Alguém disse, “Todos nós nos deparamos com uma série de grandes oportunidades brilhantemente disfarçadas como situações impossíveis”. Quando Daniel perdeu o chão, ele enxergou uma oportunidade. Naquilo que o rei queria, Daniel reconheceu que aquela era uma grande oportunidade de Deus agir. Mas a verdade é que nós não pensamos dessa forma. Ficamos buscando por formas de cuidarmos, nós mesmos, dos nossos problemas. Então, nos reviramos na cama a noite inteira, pensando em como podemos agir, quando poderíamos dizer: “Senhor, essa é a sua especialidade!”.

Existe outra coisa importante na resposta dada por Daniel. Nós vemos que ele procurou os seus três amigos, amigos com quem estava conectado em seu coração, porque oravam juntos. Há poucos relacionamentos tão profundos quanto aqueles que são colocados juntos através das cordas da oração. Quando você tiver uma necessidade, não escolha orar sozinho. Junte-se a um amigo de oração.

Provavelmente, não te surpreende o fato de saber que a primeira resposta de Daniel diante da crise foi a oração. Mas você sabia que Daniel até tinha “motivos” para não fazer da oração a sua primeira opção? Em primeiro lugar, ele era muito inteligente, mais sábio do que todos os sábios da Babilônia. Então, Daniel poderia ter, sim, escolhido usar o tempo extra que pediu ao rei pensando em alguma solução para o problema. Daniel também tinha poder e conhecimento. Então, sua primeira opção poderia ter sido “mexer os pauzinhos”, buscando por alguém de influência que pudesse interceder por ele. Entretanto, na crise, a primeira escolha de Daniel foi a oração.

Temo em dizer que muitos de nós temos falhado em seguir o exemplo de Daniel em meio às crises, não importa quão espiritualmente maduros nos consideremos. Tentamos resolver as nossas crises usando todos os recursos ao nosso redor e consideramos a oração o nosso último recurso e o menos poderoso de todos. Telefonamos para todo mundo, antes de dobrarmos os nossos joelhos diante de Deus, numa oração fervorosa e sincera.

As habilidades de Deus vão muito além do que nós imaginamos. Seus caminhos estão além dos nossos conhecimentos. Suas soluções vão além do que as nossas ações podem ir. É por isso que, ao perdermos o chão, a primeira coisa que devemos fazer é buscar a Deus em oração.

Então, porque não oramos a Deus tanto quanto Daniel orava? A resposta é simples: porque nos esquecemos de como não há esperança para nós longe de Deus. Continuamos acreditando que os nossos esforços são realmente o que fará as coisas acontecerem. Em nossas famílias, negócios, e até na igreja, achamos que os nossos planos e programas são o que causam o nosso sucesso e fracasso. Estamos tão acostumados a depender dos nossos próprios recursos que negligenciamos a busca pelos suprimentos de Deus quando mais precisamos.

A oração é uma declaração de dependência diante de Deus. Ela não significa que você se torna irresponsável em seus planos e responsabilidades, mas é dizer: “Senhor, sem ti, esses planos e responsabilidades não são nada. Sozinho, eu não consigo consertar isso, não consigo curar essa ferida, consertar essa falha ou limpar essa bagunça. Senhor, para que eu tenha qualquer bom resultado, o Senhor precisa estar no controle. Preciso que o Senhor faça aquilo que não posso fazer sozinho, não importa a minha posição, inteligência ou conexões. Senhor, eu confio em Ti”.

. Grandes homens e mulheres de Deus sempre buscam reconhecer a tentação de tentarem depender de si mesmos. Todos precisamos reconhecer essa fraqueza em nós mesmos. Ao perder o chão, certifique-se de não tentar cuidar tanto do problema e negligenciar a saída que o Senhor já preparou: a oração. Amém.


Como vencer a tentação do adultério

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1- Cuidado com o excesso de autoconfiança. Nunca diga: "Comigo isso nunca vai acontecer". A autoconfiança foi a causa do fracasso de Pedro diante da tentação de negar a Jesus (Mt 26.33,34). Consciente de que ninguém está livre dessa possibilidade, devemos orar sempre: "Senhor, nunca deixe faltar temor em nosso coração e ensina-nos a viver com sabedoria e prudência".

2- Nunca brinque na "Zona de Perigo". A queda de Sansão é a história de um homem que brincou de flertar com o pecado (Jz 16.1-31). Jesus disse aos seus discípulos: "...a carne é fraca" (Mt 26.41). Todas as pessoas que cederam à tentação e praticaram o adultério cometeram o mesmo erro de Sansão, ou seja, brincaram onde e com quem não deviam brincar. Se a "carne" é fraca, todo cuidado é pouco.

3- Sempre preste conta ao cônjuge. A Bíblia diz: "Confessai as vossas culpas uns aos outros; e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos" (Tg 5.16). É necessário que o(angel) companheiro(angel) saiba o que está acontecendo na vida do outro. Uma vida não supervisionada não é vivida com responsabilidade. Todos nós precisamos viver conscientes de que temos que responder a alguém sobre os nossos atos.

4- Peça ajuda quando perceber algum sinal de perigo rodeando. O casal precisa construir uma relação com base na verdade (Pv 10.9) para que quando vier a tentação um tenha confiança no outro para abrir o coração, buscando ajuda. Há situações na vida em é impossível vencer sozinho. Quando o cônjuge procura ser um agente de cura para o companheiro, o resultado final é a vitória sobre a tentação de pecar.

5- Cultive o seu casamento como se faz com um jardim. Não se pode negligenciar o casamento e esperar que ele por si só floresça e frutifique. Invista no seu relacionamento conjugal, dê a atenção necessária. Jamais descuide das barreiras de proteção que devem estar em torno do seu casamento. 
Não confie no cônjuge ao ponto de achar que ele(angel) está imune ao pecado do adultério. A sua confiança no cônjuge deve ser inteligente, equilibrada e sensata. Confiar não significa ver o outro como um "anjo incapaz de pecar" só porque ele(angel) é uma pessoa seriamente comprometida com Deus. Por mais que o seu cônjuge seja sério e espiritual, ajude-o(angel) a não pecar.

6- Selecione sua amizades - Já aconselhei casais que caíram em pecado porque não foram criteriosos em relação a quem deveriam receber como "amigos" dentro de casa ou até mesmo porque não foram cuidadosos com quem eles se relacionavam. Quem ama não tem ciúmes doentios, mas sabe cuidar, protegendo muito bem a pessoa amada. A esposa deve ajudar o marido a enxergar o que muitas vezes ele não percebe e que, no futuro, pode se tornar um grande problema. E o marido deve fazer o mesmo.

7- Ao perceber qualquer comportamento estranho do cônjuge, não tenha medo de confrontá-lo. A verdade não tem medo da luz. Pessoas responsáveis respondem perguntas difíceis sobre os seus atos. A confrontação quase sempre provoca tensão, mas é o melhor caminho para livrar o outro de um tropeço moral, que via de regra torna-se fatal no relacionamento. Quantos casamentos teriam sido salvos se o cônjuge tivesse confrontado o outro na busca de livrá-lo do pior!? Infelizmente, na maioria das vezes em que ocorre um adultério, só depois que tudo vem à tona é que o cônjuge diz: "Bem que eu notei, vi, percebi, desconfiei... Mas não tive coragem de perguntar, de ir atrás, de buscar a verdade." Lembre-se: É sempre mais fácil vencer a tentação quando o processo está no início.

8- Cuidado com a internet. De todos os avanços tecnológicos, a internet é uma das mais impressionantes invenções do homem. A internet foi um fator determinante para a globalização, pois tudo passa por essa rede virtual fantástica. Porém, quando esse meio de comunicação é usado para o mal, o prejuízo é tão grande ou maior quanto os benefícios que ela proporciona. O número de crianças, adolescentes, jovens e casais que estão se perdendo a partir do facebook, das salas de bate-papo, dos recados através de msn´s e de outras janelas virtuais é assustador. Quando se trata de internet, é preciso tomar muito cuidado para não usar de forma errada esse instrumento tão poderoso. O melhor lugar para se ter um computador em casa é na sala ou em uma espaço onde o marido supervisiona a esposa e vice-versa. Conheci um homem casado que, não conseguindo vencer a tentação de visitar páginas impróprias na internet, decidiu falar sobre isso com a sua esposa. Os dois acabaram tomando uma atitude radical: sempre que ele precisasse, ela iria acessar a internet junto com ele, pois assim a esposa, que não tinha esse problema, poderia ajudá-lo a vencer a tentação de conviver com aquilo que poderia destruir o casamento deles. A Bíblia diz que é melhor serem dois do que um, e o cordão de três dobras não se quebra com facilidade (Ec 4). Foi por isso que Jesus disse, vigiai e orai...

Louvor e Adoração: atividades celestiais

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O quarto capítulo do livro de Apocalipse mostra alguns tipos de atividades celestiais que podemos encontrar na terra também. Vamos observar os versículos seis a onze: “E havia diante do trono um como mar de vidro, semelhante ao cristal. E no meio do trono, e ao redor do trono, quatro animais cheios de olhos, por diante e por detrás. E o primeiro animal era semelhante a um leão, e o segundo animal semelhante a um bezerro, e tinha o terceiro animal o rosto como de homem, e o quarto animal era semelhante a uma águia voando. E os quatro animais tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir. E, quando os animais davam glória, e honra, e ações de graças ao que estava assentado sobre o trono, ao que vive para todo o sempre,os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, e adoravam o que vive para todo o sempre; e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo: Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.”

 Nesse trecho, podemos observar duas atividades desse tipo, que são exercidas tanto nos céus como na terra. A primeira é o louvor, que significa elogio, e a segunda é a adoração, que também podemos chamar de prostração. Temos que ter em mente que nós somos cidadãos celestiais. Apesar de estarmos vivendo aqui na terra, esse período é passageiro, nós somos peregrinos aqui. E se somos cidadãos celestiais, então precisamos exercer essas atividades celestiais aqui na terra. Nossas vidas devem estar impregnadas dessas ações celestiais. Quanto mais exercemos tais atividades, mais trazemos o céu para terra.

 A palavra de Deus diz no Salmos 22:3: “Porém tu és santo, tu que habitas entre os louvores de Israel”. Deus habita em meio aos louvores da igreja e já que eu e você somos a igreja do Senhor, quanto mais louvamos e adoramos a Ele, nós atraímos a presença manifesta Dele para o nosso dia a dia. É assim que conseguimos viver uma vida de sobrenatural.

 Até mesmo a oração do “Pai Nosso” mostra que a adoração e o louvor são atividades celestiais. Mateus 6: 9 diz: “ Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome”. Olhe a afirmação de uma outra forma: Nosso Pai que é celestial, Santo é o teu nome. Não tem como negociar. Ele é celestial e o Seu nome é santo. Essa atitude de reconhecer a adoração a Deus deve ser uma constante em nossas vidas, se quisermos viver uma vida de sobrenatural. Independente das circunstâncias, vamos adorar Àquele que vive e reina . Dele é o Reino, poder e a glória para sempre. Amém!

 


Dando o Devido Valor À Família

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Olá queridos leitores(as) e amigos(as) do JORNAL PALAVRA DE VIDA! É com muita satisfação que vos escrevo no intuito de levar até você e sua família uma palavra de edificação, fé e esperança.

E falando propriamente dito sobre o tema acima em epígrafe poderemos perceber quão grande a importância acerca deste tema relevante: FAMÍLIA! QUANTO VALE A SUA FAMÍLIA? PODEMOS REPSONDER... NÃO TEM PREÇO!!! Glória Deus por isso, pois, é da vontade de Deus que você e sua família sejam felizes, porém, por diversas circunstâncias e crises no ceio familiar podemos testemunhar que nem sempre é assim que ocorre. Mas graças à Deus que temos a Bíblia Sagrada que é palavra de Deus para nos dá sabedoria e como bússola nos dá direcionamento para mudarmos o rumo da derrota para a honra em nosso casamento, em nossa preciosa família.

Uma pergunta não quer se calar... Quanto vale a sua família? Alguns vão me responder assim: “Pastor Luciano Costa a minha família não tem preço!”; Outros terão dúvidas por conta das adversidades familiares... E outros infelizmente dirão: “Pastor Luciano Costa eu já desisti de tudo! Não vejo mais solução pra nada...Chega de lutar!” Mas independente das suas condições hoje eu lhe digo em nome de Jesus: A sua família tem VALOR SIM! Tem solução sim! Em Cristo Jesus podemos renovar a nossa fé, a nossa esperança e marcharmos rumo à conquista em prol da nossa família.

Quanto o texto em Josué 24.15b diz: “...porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” Josué expressa justamente a sua decisão, a sua determinação em preservar a sua família, não desistindo jamais da sua felicidade familiar. DANDO O DEVIDO VALOR À SUA FAMÍLIA! Assim também podemos aprender esta lição de fé e tomarmos também a decisão de lutarmos e não abrirmos mão de nossa família.

Ore comigo assim e diga: “Soberano Deus e Eterno Pai me ajude, me renove, me fortaleça para que eu não desista de lutar em prol da minha família, do meu casamento, pois, bem sei que o SENHOR é fiel e poderoso para cumprir as tuas promessas em minha vida. Assim crendo meu Deus eu já lhe agradeço pela minha vitória e pela restauração da minha família em nome de Jesus Cristo! Amém.

Eu profetizo que a sua família NÃO TEM PREÇO!!!Eu fico por aqui já com saudades e até a nossa próxima edição do JORNAL PALAVRA DE VIDA!

Atenciosamente, no amor que há em Cristo Jesus, seu Pastor e amigo Pr Luciano Costa.

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É melhor esperar o tempo de Deus!

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"TUDO tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu." (Eclesiastes 3 vers.1).

Como podemos ver nesse trecho da palavra de Deus para tudo nessa vida há um tempo determinado. Muitas são as vezes em que perdemos a nossa benção simplesmente por não sabermos esperar o tempo certo.~

Quando começamos a buscar a providência divina em favor de um determinado fato queremos que as nossas petições sejam atendidas imediatamente, mas não é bem assim que as coisas funcionam. Temos que aprender a ter paciência e sabermos esperar o tempo certo das coisas acontecerem em nossas vidas.

Deus em sua suprema sabedoria conhece tudo, incluindo o momento certo de nos dar o que pedimos ou se convém ou não que recebamos o que estamos pedindo. Isso vem dEle nós não temos controle.

Fica aqui a dica: Espere com paciência no Senhor e Ele se inclinará para você e ouvirá o seu clamor. Essa é a certeza que todos nós devemos ter (Salmos cap. 40 vers. 1).

Não se precipite na busca desenfreada pelos seus objetivos pessoais pois Deus tem o tempo certo para que todas as coisas aconteçam nas nossas vidas.

Foi assim na vida de José. Foram várias fases até ele chegar ao trono no Egito.

Não importa se você esteja sofrendo injustamente como sofreu José ou esteja na prisão sem merecer ou quem sabe com um problema aparentemente insolúvel, saiba que Deus te ama, está te acompanhando e vai te dar vitória sim!

Como diz um hino do Cantor Cristão: “A tua fé Deus que provar, mas cuidará de ti”.

Lembre-se que ao invés de falar o tempo todo com Deus sobre os seus problemas, fale com seus problemas sobre o tamanho do seu Deus.

Creia sem duvidar pois a bíblia diz que “tudo é possível ao crê!”

 



Crianças e adolescentes que fazem a diferença ou se destacam em áreas determinadas

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Há crianças e adolescentes que fazem a diferença, que se destacam na família, na escola, nos esportes, em atividades voluntárias... Elas podem ser consideradas superdotadas? São crianças com inteligência emocional acima da média?

A maioria das crianças que se destacam não é superdotada. Ela foi educada, preparada, orientada através de família e mentores capazes e saudáveis. Uma criança que age como adulto não é superdotada. Ela apenas convive mais com adultos, assim, tem atitudes e vocabulário de pessoas mais velhas.

Como a família pode estimular as habilidades específicas das crianças sem prejudicar o rendimento em outras áreas ou deixá-las estressadas?

A família deve educar, mas, antes de educar, deve amar. Deve permitir que a criança brinque, que seja, antes de qualquer coisa, criança. Há pessoas que exigem demais dos filhos.

Que diferença essas habilidades ou características especiais farão na vida adulta? Uma criança ou adolescente que desenvolve seus pontos fortes em áreas específicas terá mais sucesso no futuro?

Uma criança tem sua personalidade formada até seis anos. O ponto forte de toda criança é ser ela mesma. Qual o pai que pode, com absoluta certeza, dizer qual é o ponto forte do seu filho? Quem precisa determinar qual é o seu ponto forte é a própria pessoa. Uma criança não tem maturidade para isso. Veja o exemplo dos astros infantis: dificilmente eles fazem sucesso como adultos; a maioria se mete em drogas e se revolta contra os pais. Michel Jackson é exemplo disso.

Esses pontos em que a criança se dá bem já são indícios da escolha de uma faculdade ou profissão?

A criança pode se dar bem em determinada coisa e nunca trabalhar em tal coisa como adulto. A criança precisa das fantasias para o seu desenvolvimento saudável. Algumas habilidades podem ser desenvolvidas, desde que a criança tenha prazer, esteja brincando enquanto aprende. Tudo que faz perder o prazer torna-se obrigação. Nem mesmo um adulto é feliz fazendo o que não gosta.

Quais são os prós e contras de se destacar em uma área específica?

Se não há contras, como trabalhar/ estimular/ lidar bem com o setor em que a criança se destaca:

Não existe criança burra. Toda criança tem habilidade em certa área, e não tem em outra. Cabe aos pais e educadores dar chance à criança para  descobrir o mundo e suas habilidades por si mesma. Educar é mais do que ensinar e apontar caminhos. É levar a criança a descobrir e fazer seus próprios caminhos.

a) Na escola (gosta de estudar e vai muito bem em uma ou mais

matérias):

A criança que não gosta de determinada matéria, não gosta porque a matéria é rumina-o gosta porque não a compreende.

b) Nos esportes (a crianças é  extremamente aplicada e atinge bons

resultados):

Uma criança é competitiva e gosta de esportes. Outra é introspectiva e tem aptidão para música. Ela deve fazer o que gosta e ter oportunidade de mudar muitas vezes, sem receber crítica ou cobrança.

c) Na família (tem um comportamento exemplar e sensibilidade com assuntos/ problemas familiares):

A criança que tem sensibilidade em assuntos familiares é aquela criada onde há diálogo, abertura e encorajamento para expressar o G mi ao.

d) Trabalhos voluntários (participa de ONGs, campanhas, gosta de ajudar pessoas, etc.):

Tudo isso se aprende no lar. Tal pai, tal filho.

e) Nas artes (aprende com facilidade pintura, música, teatro ou dança e vai muito bem):

Como ela vai aprender se não lhe dão a mínima condição? Quando ela convive com a arte, ela ama ler, pintar, dançar, etc. Ninguém pode amar o que não conhece.

f) Nas tecnologias (sabe tudo sobre informática e videogame e ensina os adultos):

Exatamente porque desde cedo ela convive com computador, iPod e outras ferramentas modernas. Ela não nasce com a habilidade, ela a desenvolve. No princípio, toda criança apenas imita os adultos. Mais tarde, ela amplia o que mais gosta.

Pactos com Deus: Uma Questão de Segurança

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O que é um pacto? Um pacto é um contrato, uma garantia, uma promessa ou um acordo de união entre duas partes. Quando duas partes  fazem um pacto, certas condições estão ligando ambas, tornado-as responsáveis pelo cumprimento do mesmo. E quando isso acontece há benefícios  tremendos para os pactuantes.

Infelizmente estamos vivendo em um mundo onde estes pactos estão continuamente sendo quebrados, e quando falamos do relacionamento  em Deus e o homem, isso se torna muito preocupante porque o Senhor jamais descumpriu algo que prometeu ao homem, mas a recíproca não é verdadeira, causando muitas dores de geração em geração.

O ideal nesse momento, é caminharmos obedecendo ao que nos comprometemos com Deus, pois se assim fizermos, projetaremos um 2014 de vitórias e conquistas jamais vistas. Experimentaremos um sobrenatural que já foi liberado na cruz do calvário. Mas que está retido por falta de um posicionamento humano.

Deus almeja um relacionamento de total fidelidade, estando completamente e intimamente envolvido com cada homem, mulher e criança na terra. Desejando sempre o melhor para nós, mas Ele não aspira um bando de fantoches, marionetes que pode ser manipulados por Ele. E sim aqueles que querem livremente cooperar nesse relacionamento, para que execute Seus planos em nossas vidas> Deus é sem limites! Ele tem poder e sabedoria ilimitados. Vê o futuro tão claramente quanto o presente e o passado. Ele só nos leva para onde sua graça possa nos proteger.

“Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito,  diz o Senhor;  Pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que desejais.” Jer. 29:11

Como Deus olha para o nosso futuro, Ele quer nos prepara para tudo o que há de vir em nossas vidas. Ele faz isso através de pactos. A palavra de DEUS é absoluta, suas promessas são certas e seus pactos são eternos e poderosos.  O maior pacto que Deus fez conosco, foi dar o seu filho Jesus para que sejamos salvos pela sua graça mediante  a nossa fé. Esta é a nossa maior promessa e a que mais tem sido quebrada.

Se firmarmos nessa rocha pactuante, nunca seremos sucumbidos pelas fortes ondas das circunstancias do dia a dia. Quanto mais andarmos em um relacionamento de obediência com esse pacto, mais estabilidade teremos na nossa vida. O problema é que depois que damos o primeiro passo e recebemos d’Ele o melhor, tendemos a afrouxar nos nossos relacionamentos com DEUS, perdendo espaço no nosso dia para a leitura da palavra, oração, santificação,... porque achamos que temos capacidade própria para enfrentarmos os gigantes que aparecem na nossa caminhada. Só que quando a tribulação chega, falta preparo e estratégia parda combatê-la.

Deus sempre tem respostas para esses momentos difíceis, por isso,  se permanecermos fiéis ao nosso pacto com Deus, passaremos por qualquer situação firmados na rocha inabalável e estaremos convictos que seremos bem sucedidos.  Temos vários exemplos na vida sobre isso. Leia: Gen. 18:19; Jz. 2:1; Heb. 13:8.  Lembre-se da história de Davi em 1Sam.16.  O Senhor enviou Samuel para ungir Davi rei, perpetuando um pacto com Ele. Isso ocorreu muitos anos antes dele se tornar realmente rei. Saul quer5ia Davi morto; satanás também. Muito dos seus inimigos tentaram matá-lo, mas por força desse pacto, nenhuma das forças opressoras  contra Davi prevaleceram. E ele entendeu isso expressando seu louvor no salmo 138: 7,8.

Entenda que nossas conquistas dependem de como nos relacionamos com Deus. Se a fidelidade é algo que damos o primeiro lugar em nossa vida. Certamente caminharemos para 2014 conquistando tudo aquilo que ainda não recebemos. Será um ano curto para tantas bênçãos acumuladas que irão desatar e você vai ficar como aqueles de Sião, que estavam como quem sonham. Mas não esqueça que 2013 não acabou e ainda há tempo de você renovar seus pactos com Deus e cumpri-los, para que ainda este ano você desfrute do melhor de DEUS.

Graça e Paz!”


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