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Technology

Steve Jobs

STEVE JOBS

Liderança
Os temores sobre o futuro da Apple têm uma explicação histórica. Quando Jobs foi demitido da empresa, em 1985, o negócio degringolou. “A Apple se perdeu. Ela, que sempre foi uma companhia rebelde, de lançamentos únicos, caiu para o lado das commodities tecnológicas e quis competir com a IBM, com a HP”, lembra Luciano Kubrusly, que foi diretor da Apple no Brasil por uma década. Mas Jobs voltou e resgatou sua criação da falência, 11 anos depois. De lá para cá, o executivo fez um longo trabalho de doutrinação com sua equipe, indo da concepção dos projetos aos mínimos detalhes. Textos e biografias afirmam que ele pensava e discutia com seus funcionários, por exemplo, o formato das caixas de papelão que guardariam as novidades tecnológicas.

Tamanho cuidado contagiou executivos e engenheiros que hoje têm a árdua missão de continuar o legado de Jobs. “Steve não será substituído e, claro, sua visão é algo que a Apple e toda a indústria de tecnologia da informação vão perder. Mas ele criou um time forte, que vai continuar essa missão”, aposta a vice-presidente de pesquisa do Gartner, Carolina Milanesi. “A gente sabe da qualidade do Jobs e ele disseminou sua cultura na corporação”, concorda o analista Bruno Freitas, da consultoria IDC. “É isso que faz de um executivo um grande líder: a sua capacidade de formar pessoas que trabalhem em prol de um objetivo”, completa.

Alguns fãs e especialistas acreditam, contudo, que a morte de Jobs acabará com o grande trunfo da Apple: a inovação constante. Nos últimos 10 anos, a companhia lançou um sucesso atrás do outro, sempre reinventando produtos e os revestindo com uma elegância sem igual. MP3 players, por exemplo, não eram uma novidade quando Steve Jobs apresentou o iPod, em 2001. Mas somente o tocador da empresa da maçã fez com que todo mundo quisesse carregar um desses consigo. “Agora, o destino da Apple é uma folha em branco. De cara, ela vai ter um aumento gigantesco no faturamento, mas acho que ela perdeu a genialidade”, opina Marcos Hiller, especialista em gestão de marcas e mídia social.

O pessimismo de Hiller está ancorado no lançamento do iPhone 4S, na última terça-feira, um dia antes da morte de Jobs. Embora tenha processador e câmera mais potentes e um assistente de voz, muitos applemaníacos esperavam mais da novidade tecnológica. “Foi um evento frio e sem sal, que acendeu a luz vermelha. Até então, sempre que o Steve Jobs subia ao palco, a gente sabia que viria algo revolucionário”, diz. Outros fãs argumentam que a companhia adota a política de pequenos upgrades em seus aparelhos. “As pessoas esquecem como são os lançamentos da Apple. No ano que vem, vamos ter um iPhone com design totalmente remodelado”, prevê Breno Masi.

Fama
O paulistano Breno Masi ganhou fama, em 2009, por ter sido a primeira pessoa a desbloquear a terceira versão do iPhone. Sua façanha atraiu engenheiros da Apple, que o procuraram para saber como ele tinha conseguido liberar o equipamento. Depois disso, Masi virou o queridinho de muitas celebridades, que o contratavam para desbloquear iPhones comprados no exterior.

Vinda difícil
A Apple foi uma das últimas multinacionais da área de tecnologia a abrir um escritório no Brasil, em 1995. Ao chegar aqui, a empresa precisou enfrentar dois processos judiciais, um para registrar a marca Apple, que havia sido utilizada por uma empresa de computação, e outro para evitar que a Unitron produzisse clones do computador Apple II.

No início
A logomarca original da Apple, em 1976, era Isaac Newton sentado debaixo de uma macieira. Tinha um estilo rebuscado, logo abandonado em nome da limpeza visual que caracterizaria a empresa de Steve Jobs até a morte. Surgia a maçã, em sua simplicidade arrebatadora.

Explosão de vendas
42.000 %
Impressionante índice de crescimento dos pedidos de livros sobre Steve Jobs na livraria on-line Amazon, entre quarta-feira, quando foi anunciada a morte do cofundador da Apple, e ontem. A biografia autorizada Steve Jobs, escrita por Walter Isaacson, que está apenas em pré-venda, saltou da posição número 47.563 para a primeira.

Febre na web
Jonathan Mak, de apenas 19 anos, aluno de design da Universidade Politécnica de Hong Kong, jamais imaginaria o furor que sua homenagem a Steve Jobs causaria na internet. O jovem criou uma imagem incorporando a silhueta de Jobs à mordida da maçã do logo da empresa. A criação foi reproduzida milhões de vezes nas redes sociais e está sendo usada em produtos de merchandising, segundo a agência Reuters. O desenho foi feito logo depois que o executivo anunciou, em 24 de agosto, que estava deixando o comando da empresa, mas só se tornou um hit agora.



Fonte: ESTADO DE MINAS

Dicas para a bateria do seu Android durar mais!

Dicas CSmidia!
Donos de smartphones, não raro, consomem muito rapidamente a bateria de seus aparelhos. E isso não é exatamente um defeito de fabricação ou erro de projeto: este tipo de gadget tem um consumo de bateria diferente dos modelos mais simples.

Isso porque ele tem mais recursos, tela maior e, sobretudo, um sistema operacional mais parrudo, que roda “por baixo” da apresentação visual, e junto com ele carrega alguns aplicativos e rotinas que demandam mais bateria.

Em resumo: você precisa de mais tempo de bateria para curtir tantos aplicativos e funções e elas precisam de mais tempo de bateria para funcionar a contento. Como quebrar este ciclo? Aí vão algumas dicas:

Diminuir o brilho e tempo da tela: um dos charmes dos smartphones são as telas super telas de AMOLED, SUPER LCD, e outras tecnologias que garantem brilho diferenciado, super definição de imagem e toques precisos. Contudo, o brilho de telas enormes é o que mais consome bateria. Para diminuí-lo, vá em Configurações > Tela > Brilho e reduza para algo em torno de 10 a 20%. Você pode estranhar no começo – tendo alguma dificuldade de enxergar a tela, sobretudo à luz do sol -, mas a economia de energia compensa. Outra: diminua o tempo de permanência de tela acesa. O padrão é um minuto, mas você pode reduzir para 15 segundo. Vá em Configurações > Tela e faça a alteração

Controlar melhor os serviços de conectividade: Wi-Fi, Bluetooth e GPS consomem bateria em seu uso. O Wi-Fi deve ser desligado quando não for utilizado, pois fica procurando por redes para se conectar. O Bluetooth, desta lista, é o grande vilão do consumo de bateria e só deve ser utilizado para cumprir sua função em determinado momento, por exemplo, trocar arquivos ou conectar-se ao sistema de viva-voz do carro. O GPS nem consome – por si só – tanta bateria. No entanto, os aplicativos de geolocalização são cada vez mais comuns e eles demandam que o GPS fique ligado, consumindo bateria “de tabela”. Evite deixar estes aplicativos abertos.

Diminua o ritmo das atualizações dos seus Apps: muitos aplicativos utilizam as notificações PUSH para consultar dados como novos e-mails, citações em redes sociais, “check-ins” dos amigos etc. Você pode diminuir a “fome” destes aplicativos por dados, trabalhando com prazos mais dilatados de atualização. Em alguns casos, checar e-mails e demais novidades de hora em hora é mais do que aconselhável!

Desligue os penduricalhos: animações, wallpapers e demais soluções de design consomem uma quantidade considerável de CPU (processamento) exigindo mais da bateria. Ao desligar estas funções você trabalha em um modo mais simples visualmente, mas terá mais tempo de autonomia para uma viagem ou um dia inteiro de reuniões longe da tomada.

Uma dica importante: não deixe o aparelho submetido a temperaturas altas seja por incidência direta do sol (pecado!) ou por deixar muito tempo em seu bolso.

Ferramentas que ajudam você a configurar melhor o seu Android

Claro que o “liga e desliga” de funções pode ser um pouco cansativo. Por isso existem aplicativos que, uma vez configurados por você, tomam conta deste controle de funções. Um deles é o Tasker. Com ele você pode ajustar seu Android para ligar o GPS só quando o Google Maps for utilizado, o Bluetooth só quando o telefone estiver no dock ou até mesmo restringir o uso de dados à noite.

Outro bem interessante, que atua no controle de consumo de dados, é o Juice Defender. Seu funcionamento é simples: ele liga e desliga sua rede de dados de tempos em tempos para, só então, buscar novos e-mails e informações.

Bom, acho que com estas dicas seu smartphone com Android vai rodar mais tempo sem buscar uma tomada, certo? Quem tiver mais dicas, é só comentar!


Fonte: Publicado pela MagazineLuiza.com.br em 29/05/2011.

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